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Associações estudantis reiteram manifestação depois de fracasso nas negociações com Executivo

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As associações de estudantes estiveram reunidas nesta quarta-feira, em Luanda, para discutir a proposta de revisão do Decreto Executivo conjunto, que aprova as regras e procedimentos para a fixação e alteração do valor das propinas e emolumentos referentes aos serviços de educação e ensino, prestados por instituições de ensino privadas e público-privadas.

Falando esta quinta-feira, 17,  em nome das agremiações, Francisco Teixeira, lamentou as ausências dos representantes dos ministérios da Educação e das Finanças, o que, segundo disse, “representa falta de vontade política daquelas instituições em encontrar uma saída airosa”.

O também líder do Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA) reiterou que a manifestação deste sábado será o arranque de muitas outras em todo país.

O líder associativo afirmou que a tentativa de negociação com os ministérios de tutela, que visava discutir o actual modelo de reajuste automático dos valores praticados com base na inflação, tem resultado em efeitos socialmente regressivos, restringindo o acesso à educação para milhares de famílias angolanas, “caiu em saco roto”.

Com esta acção, a União de Estudantes do Ensino Superior de Angola (UEESA), o Movimento de Estudantes Angolanos (MEA) e a Associação dos Estudantes das Universidades Privadas de Angola (AEUPA), disseram querer “reafirmar o papel do Estado como garante do interesse público e da justiça social”.

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