Um ano após proibição ainda se importam restos de frango no país
Após a denúncia da Associação Nacional Avícola de Angola (ANAVI), que informou sobre a continuidade da importação, apesar da proibição estabelecida pelo Decreto Executivo n.º 393/25, de 21 de Abril, que proíbe a importação de produtos de origem animal, incluindo restos de frango, a partir de 31 de Julho de 2025, a reportagem do OPAÍS confirmou a presença desses produtos em armazéns de Luanda
Uma ronda de constatação realizada por este jornal em alguns dos armazéns de frescos mais frequentados da província de Luanda revelou que, apesar da proibição estabelecida pelo Decreto Presidencial 393/25, de 21 de Abril, que proíbe a importação de produtos de origem animal, incluindo restos de frango, a norma não tem sido cumprida na íntegra.
De acordo com alguns responsáveis por esses armazéns, que solicitaram anonimato devido ao medo de represálias por parte dos patrões, o comércio de importação de sobras de frango e outros produtos de origem animal, como miudezas e fígado de búfalo, nunca cessou
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