As possibilidades foram abordadas durante encontros de trabalho mantidos nos dias 3 e 4 de Novembro, em Pequim, pelo ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, com o director-geral da Administração Nacional de Energia da China, Wang Hongzhi, e representantes da China Machinery Engineering Corporation (CMEC)
]]>Com todos os 435 lugares da Câmara dos Representantes em jogo nestas eleições, e quando decorre ainda a contagem de votos nos estados que já fecharam as urnas, a maioria democrata é dada como certa nas projeções da CNN e NBC, entre outras.
A NBC projeta que os democratas deverão alcançar uma maioria de mais de 60 lugares – 248 para 187 republicanos – segundo dados ainda em atualização.
A maioria da Câmara de Representantes era republicana, com 218 assentos, desde as eleições intercalares de 2022, as últimas da presidência do democrata Joe Biden.
As projeções da NBC indicam que os democratas ganharam até agora nove lugares que eram de republicanos, enquanto estes não ganharam qualquer lugar que estivesse nas mãos da oposição.
Em aberto mantém-se ainda a corrida ao controlo do Senado, com os democratas em vantagem, depois de terem ‘roubado’ aos republicanos dois lugares, na Carolina do Norte e na Carolina do Sul.
Depois de terem tirado aos republicanos um lugar no Senado pela Carolina do Norte, Annie Andrews é agora dada como vencedora nas projeções da CNN e NBC, na corrida ao lugar da Carolina do Sul que era do falecido senador Lindsey Graham, e para o qual avançou a irmã deste, Darline Graham, com apoio de Trump.
As atenções viram-se agora para o Texas, onde o democrata James Talarico seguia à frente do republicano Ken Paxton com uma vantagem de mais de um milhão de votos. O lugar em disputa é detido pelos republicanos há mais de 30 anos e Paxton foi uma escolha pessoal de Trump, contra o anterior detentor do lugar, John Cornyn.
Nestas eleições estão em jogo 35 dos 100 lugares do Senado, que os democratas poderão passar a controlar caso consigam um ganho líquido de quatro lugares.
Mais de 60 milhões de norte-americanos votaram antecipadamente — quase mais 15 milhões do que nas eleições intercalares de 2022. O nível de afluência às urnas terá batido recordes em vários estados.
Nos sete estados — Maine, Ohio, Iowa, Kansas, Texas, Michigan e Alasca — onde se define quem vai controlar a câmara alta, a participação antecipada foi também superior à registada há quatro anos (com variações entre 41% e 5%).
]]>subcomissão de Candidaturas da Comissão Nacional Preparatória do IX Congresso Ordinário do MPLA declarou nula a candidatura de António Francisco Venâncio à presidência do partido, por insuficiência de subscrições válidas. Dos 2.918 apoios contabilizados e submetidos à verificação, apenas 459 foram considerados válidos, correspondentes a 15,7% do total, enquanto 2.459, equivalentes a 84,3%, foram invalidados.
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Cerca de 210 milhões de eleitores norte-americanos decidem hoje quem – republicanos ou democratas – irá controlar o Congresso dos Estados Unidos (EUA) durante os últimos dois anos do segundo mandato presidencial de Donald Trump.
Em jogo estão os 435 lugares na Câmara dos Representantes (câmara baixa do Congresso) e cerca de um terço (35) dos 100 postos no Senado (a câmara alta). Hoje também 36 estados elegem o governador. Outros responsáveis estaduais e locais são igualmente eleitos.
As eleições intercalares norte-americanas (‘midterms’) deverão ser marcadas pelo habitual castigo do eleitorado à administração em funções, mas para Donald Trump e os republicanos poderá significar o fim do domínio absoluto nas instituições políticas.
O nome de Trump não está no boletim de voto, mas ao longo das últimas semanas o líder republicano fez questão de centrar a campanha em si.
“Imaginem que também estou no boletim de voto”, apelou de forma reiterada nos comícios dos candidatos republicanos, juntamente com a promessa de oferecer 5 mil dólares (cerca de 4.400 euros) a todos os cidadãos adultos norte-americanos, caso os republicanos vençam as eleições.
Na reta final da campanha, anunciou uma recompensa de um milhão de dólares (mais de 890 mil euros) para quem denunciar fraudes nas eleições.
Atualmente, os republicanos controlam as duas câmaras.
A perda de pelo menos uma das câmaras dificultaria a aprovação da agenda legislativa de Trump durante os últimos dois anos do mandato e permitiria aos democratas lançar investigações parlamentares à administração.
Na câmara baixa, os republicanos têm atualmente uma maioria pouco confortável, com 218 congressistas no limiar da maioria, mas estados como o Texas, Ohio ou Iowa estão recorrentemente nas sondagens como volúveis a uma mudança que poderá alterar o equilíbrio de forças.
No Senado, os republicanos têm 53 senadores contra 45 democratas e dois independentes.
A tendência nas sondagens parece favorecer os democratas, que nos últimos meses têm aparecido com vantagem sobre os republicanos. No fim de semana, os democratas continuavam a liderar nas intenções de voto face aos republicanos por 51,5% contra 43,1%, segundo o site realclearpolling.com, que reúne várias sondagens e faz uma média.
Se acontecer uma derrota republicana, Trump ver-se-á até ao fim do mandato, em 2028, no papel de Presidente “lame duck” (literalmente “pato coxo”), incapaz de combater uma maioria hostil no Congresso.
Mas perante tal cenário, Donald Trump, cuja taxa de desaprovação atingiu uns históricos 60%, já deu a conhecer a sua estratégia.
“Acho que vou tornar-me o ‘Sr. Veto'”, comentou ao canal televisivo Fox News
As sondagens recentes indicam que os norte-americanos votarão sobretudo “com o bolso”, com o aumento dos preços da gasolina, dos custos da habitação e dos custos com os cuidados de saúde a pesarem cada vez mais nos orçamentos familiares.
Os direitos reprodutivos continuam a ser uma questão importante, enquanto a imigração e o estado da democracia nos EUA também estão em jogo.
A guerra dos EUA e de Israel contra o Irão e o rápido crescimento da Inteligência Artificial (IA) e dos centros de dados suscitaram novas questões sobre segurança, emprego e custos energéticos.
Outro dado em destaque é o aumento do número de norte-americanos que já votaram antecipadamente: mais de 50 milhões, mais cerca de 10 milhões do que nas ‘midterms’ de 2022, segundo os dados do Election Lab da Universidade da Florida, .
Entre estes eleitores está o próprio Trump, que votou no dia 24 de outubro na Florida, e o Papa Leão XIV, natural de Chicago, que votou por correspondência, anunciou o Vaticano na passada sexta-feira.
Até à data não existiam registos da participação de um chefe da Igreja Católica em eleições, fazendo deste anúncio um ato histórico.
O número de norte-americanos que votam nas eleições intercalares é inferior ao das eleições presidenciais. Desde 1944, a afluência média às urnas tem sido de cerca de 42% nas intercalares, em comparação com 58% nas eleições presidenciais.
A nova composição do Congresso dos EUA assumirá funções a 03 de janeiro de 2027.
]]>A posição foi expressa esta segunda-feira, 2, durante a Conferência de Mulheres Parlamentares sobre Paz, Segurança e Desenvolvimento, que decorre em Dar es Salaam, na Tanzânia, até ao dia 5 deste mês.
Na sua intervenção, Adão de Almeida considerou que a participação feminina não deve limitar-se à representação formal nas instituições, mas traduzir-se numa presença efectiva nos espaços de decisão, nas negociações de paz e na definição de políticas públicas.
O responsável destacou ainda a experiência de Angola na superação do conflito armado e na reconciliação nacional, defendendo o diálogo, a diplomacia e a procura de soluções políticas duradouras para os problemas que afectam os países da região.
O líder parlamentar chamou igualmente a atenção para as consequências dos conflitos armados, dos deslocamentos forçados, da exploração ilícita dos recursos naturais e das tensões entre comunidades, que afectam particularmente mulheres e crianças.
Adão de Almeida considerou que, apesar de estarem entre as principais vítimas da instabilidade, as mulheres desempenham um papel importante na assistência às comunidades, na defesa dos direitos humanos, na reconciliação e na promoção da coesão social.
O encontro reúne cerca de 250 participantes, incluindo mulheres parlamentares dos 12 Estados-membros da CIRGL, representantes de organizações regionais, sociedade civil e parceiros internacionais.
Entre os assuntos em debate constam o reforço da liderança feminina, a participação das mulheres nas negociações de paz, a implementação da Resolução 1325 do Conselho de Segurança das Nações Unidas e a promoção do desenvolvimento económico com perspectiva de género.
A conferência deverá culminar com a aprovação de uma Declaração de Dar es Salaam e de um Plano de Acção Regional para reforçar a participação das mulheres nos processos de paz, segurança e desenvolvimento na região dos Grandes Lagos.
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Filho do ex-Presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro, aliado de Donald Trump, este senador, de 45 anos, denunciou uma “fraude eleitoral” e afirmou querer liderar a oposição a partir do território norte-americano.
Lula da Silva venceu com cerca de 51,7% a segunda volta das eleições presidenciais do Brasil e irá exercer o quarto mandato presidencial a partir do início do próximo ano.
Um dia depois de perder as eleições, Flávio Bolsonaro foi proibido de sair do Brasil e foi solicitado que entregasses os passaportes à Polícia Federal. Ainda assim, o conservador cruzou a fronteira com a Argentina, viajou até ao Equador e seguiu para os EUA, com o auxílio do governo Trump.
Ainda de acordo com o New York Times, o ex-candidato está nos Estados Unidos com uma autorização temporária de imigração, graças a uma intervenção direta do presidente dos Estados Unidos, mas em breve deverá conseguir autorização de residência.
Recorde-se que Donald Trump garantiu ontem que não se “vai meter” no que diz respeito ao senador brasileiro Flávio Bolsonaro, que fugiu para os Estados Unidos e que chegou a afirmar ser o “verdadeiro presidente do Brasil”.
“Não vou me meter”, afirmou o presidente americano, questionado sobre essas declarações, acrescentando: “Foi uma eleição estranha, com certeza”, referindo-se à votação vencida pelo presidente brasileiro em exercício, Luiz Inácio Lula da Silva.
“Acho que ele e a sua família foram tratados de forma muito injusta”, acrescentou o presidente republicano, que respondeu a algumas perguntas antes de partir para um comício de campanha no Ohio (centro), nos EUA.
Hoje, no entanto, Trump voltou a pronunciar-se sobre o tema, classificando as eleições presidenciais brasileiras como vergonhosas e afirmando que irá falar com o seu homólogo, Lula da Silva, que venceu na segunda volta, no domingo.
“Esta eleição é uma vergonha para o povo brasileiro”, declarou o Presidente norte-americano durante uma troca de palavras com a imprensa, referindo-se também a uma “situação vergonhosa”.
Questionado pelo meios de comunicação social sobre a possibilidade de conversar com Lula, Trump respondeu: “Vou falar com ele, mas as eleições foram uma desgraça”.
Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), disse que não reconhecia a derrota e que iria pedir a anulação das eleições, criticando a prorrogação do prazo de fecho das urnas por duas horas, decidida na sequência da denúncia de problemas nos transportes públicos que prejudicaram a mobilidade de eleitores.
O candidato do PL obteve 48,23% dos apoios, segundo dados referentes a 99,89% da contagem dos votos nas urnas, com uma participação próxima de 80,8%.
Lula da Silva está a terminar o terceiro mandato presidencial, para o qual foi eleito em 2022, quando derrotou o então presidente Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliária por tentativa de golpe de Estado.
Os dois primeiros mandatos de Lula como Presidente da República do Brasil foram entre 2003 e 2011.
O Presidente brasileiro, que assumirá o seu quarto mandato em 05 de janeiro de 2027, tornou-se o primeiro Presidente na história do Brasil a ser eleito em quatro ocasiões diferentes.
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De acordo com o calendário divulgado pelo partido, a fase de verificação dos processos decorre até 1 de Novembro, enquanto a comunicação das decisões sobre a validação ou rejeição das candidaturas está prevista para o período de 2 a 5 do próximo mês
]]>Para o feito, o Chefe de Estado, ladeado pela homóloga tanzaniana, Samia Hussan, deslocaram-se de comboio de Dar Es Salaam até à cidade de Dodoma.
João Lourenço faz-se acompanhar da Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço, e de outros membros do Executivo.
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