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]]>Na capital da Ucrânia, Kyiv, os serviços de emergência deram conta da morte de cinco pessoas, entre elas uma criança, em consequência de um bombardeamento levado a cabo pela Rússia hoje. Outras 21 pessoas ficaram feridas.
No porto de Odessa, no mar Negro, seis pessoas morreram, de acordo com o administrador militar da cidade, Sergui Lisak, e outras onze ficaram feridas devido aos ataques na cidade portuária.
Na cidade de Dnipro, no centro-leste da Ucrânia, duas pessoas morreram, segundo o governador regional, Oleksandr Ganzha, que acrescentou que a ofensiva deixou ainda 27 feridos.
Os ataques russos contra a Ucrânia na quarta-feira ocorreram em várias rondas, num horário menos habitual, durante a manhã e a tarde, e continuaram ao longo da madrugada de hoje, com novas salvas de drones e mísseis dirigidos contra alguns dos principais centros urbanos da retaguarda.
Vários drones russos continuavam a dirigir-se para diferentes territórios da Ucrânia nas primeiras horas da manhã de hoje, segundo informou a Força Aérea ucraniana na plataforma de mensagens Telegram.
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]]>O post Festejos na Hungria pela vitória da oposição enchem ruas de Budapeste apareceu primeiro em Radio Solidaria.
]]>Uma multidão compacta estendia-se por vários quarteirões junto à praça Batthyány, em frente ao parlamento húngaro do lado Buda da capital, local emblemático escolhido para a noite eleitoral do Tisza (centro-direita), liderado por Magyar.
A afluência de apoiantes obrigou ao corte de estradas e o metro ficou lotado.
Os apoiantes gritavam “Fidesz nojento” e “Rússia para casa”, enquanto aplaudiam e celebravam a vitória da oposição.
No final do discurso de vitória, Péter Magyar e os apoiantes cantaram o hino e, depois, ouviu-se a música “We are the champions”, dos Queen, enquanto rebentava fogo-de-artifício.
Algumas pessoas lançaram foguetes com as cores da bandeira húngara – vermelho, branco e verde -, motivando aplausos e gritos. Muitos bebiam champanhe e cerveja e rapidamente o chão ficou coberto de garrafas de vidro e latas, com a marginal do Danúbio a transformar-se numa festa ao ar livre, com música de DJ.
As celebrações alargaram-se à outra margem da cidade, à medida que milhares de pessoas se deslocavam a pé, pela Ponte das Correntes, interrompendo o trânsito.
Os automobilistas animavam os transeuntes com buzinadelas e agitavam bandeiras da Hungria, enquanto as pessoas continuavam a gritar e a aplaudir. Desconhecidos abraçavam-se e chocavam as mãos no ar.
Estamos a ver a História a acontecer”, disse um jovem à Lusa.
De acordo com a contagem oficial, que abrangeu 98,15% das urnas, o partido Tisza conquistou 138 dos 199 lugares, com 53,56% dos votos, contra 55 lugares e 37,86% dos votos do partido Fidesz, de Viktor Orbán. A participação eleitoral foi recorde, de 79,50%, com os analistas a destacarem uma mobilização particularmente elevada nas cidades de média dimensão e entre os jovens.
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]]>O post Situação de Ormuz só mudará se EUA “aceitarem acordo razoável” apareceu primeiro em Radio Solidaria.
]]>“OIrão não tem pressa e, a menos que os Estados Unidos aceitem um acordo razoável, não haverá alterações na situação do Estreito de Ormuz”, afirmou uma fonte iraniana não identificada, que participou nas negociações em Islamad, citada pela agência iraniana Meher.
A mesma fonte salientou que, até ao momento, “não foi fixada data nem local para uma possível próxima ronda de conversações”.
“O Irão apresentou iniciativas e propostas razoáveis durante as conversações. Cabe agora aos Estados Unidos abordar os temas com realismo. Tal como o Governo norte-americano falhou nos seus cálculos bélicos, até agora também se tem enganado nas negociações”, acrescentou a fonte.
“As conversações não conduziram a um acordo”, concluiu sobre o contacto presencial de mais alto nível entre os Estados Unidos e o Irão desde que ambos os países romperam relações devido à revolução islâmica de 1979.
Durante a madrugada, o porta-voz do ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros, Ismail Bagaei, referiu-se a “exigências excessivas” e “pedidos ilegais” apresentados pelos Estados Unidos ao Irão, afirmando que “o sucesso do processo diplomático” dependeria da “seriedade e boa-fé da contraparte” e da “aceitação dos direitos e interesses legítimos do Irão”, escreveu na rede social X.
Minutos depois, o vice-presidente norte-americano JD Vance anunciou em conferência de imprensa deixava Islamabad porque o Irão tinha rejeitado o “compromisso fundamental” expresso de desistir de obter armas nucleares, pelo que os Estados Unidos deixavam em cima da mesa “a melhor oferta final” ao Irão, descrevendo-a como “método de entendimento”.
Vance não fez qualquer referência à questão do “Estreito de Ormuz, seletivamente fechado pela ameaça militar iraniana desde o início do ataque dos Estados Unidos e de Israel em 28 de fevereiro, que tem sido o principal argumento e vantagem estratégicos na guerra.
No sábado, as forças armadas dos Estados Unidos afirmaram que dois contratorpedeiros atravessaram o Estreito de Ormuz, controlado pelo Irão, antes dos trabalhos de remoção de minas, uma situação inédita desde o início da guerra. O comando militar conjunto iraniano negou a informação.
“Estamos a varrer o estreito. Chegarmos ou não a um acordo não faz diferença para mim”, disse Trump aos jornalistas enquanto as conversações ainda decorriam.
O Irão tem mantido o controlo total sobre a navegação pelo estreito, tendo apenas permitido desde o início da guerra a passagem de navios de países aliados, e com os quais manteve conversações recentes, como são os casos da China e da índia. De resto, uma das condições que Teerão levou para as negociações em Islamad foi a da manutenção do controlo do estreito e cobrança de taxas à navegação, a dividir com Omã, na outra margem de Ormuz
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]]>O post Mais de 200 petroleiros à espera de passar Estreito de Ormuz apareceu primeiro em Radio Solidaria.
]]>Oestreito deve estar aberto, plena, incondicionalmente e sem restrições. A segurança energética e a estabilidade económica mundial dependem disso. A militarização desta via marítima vital, sob qualquer forma, é inaceitável”, denunciou Al Jaber nas redes sociais.
O também diretor executivo da Companhia Nacional de Petróleo de Abu Dhabi lamentou que Ormuz não estivesse aberto e que o acesso estivesse “condicionado e controlado”.
Al Jaber referiu que a passagem estava “sujeita a permissões, condições e pressão política” por parte do Irão, que bloqueou o estreito desde que foi atacado pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro.
“Isso não é liberdade de navegação. Isso é coerção”, criticou na mensagem, citada pela agência de notícias espanhola EFE.
Al Jaber recordou que o estreito é uma passagem natural regida pela Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, que garante o trânsito como um direito, e não um privilégio “que se possa conceder, negar ou utilizar como arma”.
Segundo o ministro dos emirados, “230 navios encontram-se carregados de petróleo e prontos para zarpar”, mas estão impedidos de o fazer devido ao bloqueio do estreito, por onde passa 20% do comércio mundial de energia.
Al Jaber exigiu que todas as embarcações tenham liberdade de navegar pelo corredor sem restrições, porque “nenhum país tem direito legítimo a determinar quem pode passar e sob que condições”.
Exigiu ainda que os produtores de energia “possam restabelecer a produção em larga escala de forma rápida e segura”.
Anunciou que a companhia nacional de Abu Dhabi pela qual é responsável carregou petróleo e vai aumentar a produção “dentro das limitações impostas pelos danos sofridos” pelos ataques iranianos.
Al Jaber alertou para a “encruzilhada crítica” em que se encontram os mercados, uma vez que os últimos carregamentos que transitaram pelo Estreito de Ormuz antes da guerra só estão agora a chegar aos destinos.
“É aqui que os mercados financeiros enfrentam a realidade física, e o hiato de 40 dias nos fluxos energéticos mundiais fica claramente exposto”, afirmou Al Jaber, insistindo na necessidade de restabelecer o fluxo da energia que transita por Ormuz.
O objetivo é “reequilibrar os mercados, aliviar a pressão sobre os preços e o custo de vida”, algo especialmente urgente para a Ásia, que depende em 80% dos carregamentos da região e onde reside metade da população mundial.
“A estabilidade depende agora do restabelecimento de fluxos reais. Não de um acesso parcial, nem de medidas temporárias, nem de uma passagem controlada, mas de um fornecimento pleno e fiável”, acrescentou.
O bloqueio do Estreito de Ormuz foi uma das reações do Irão à ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel que enfrenta desde 28 de fevereiro.
As perturbações na navegação pelo estreito causaram uma subida dos preços do petróleo e criaram o receio de uma crise inflacionária global.
O Irão também reagiu à ofensiva israelo-americana com o lançamento de mísseis e drones contra países vizinhos, incluindo os Emirados Árabes Unidos, onde os ataques iranianos causaram pelo menos 12 mortos e danificaram infraestruturas petrolíferas.
A guerra terá já causado mais de quatro mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano, de acordo com dados divulgados pelos países afetados.
Os Estados Unidos e o Irão anunciaram na quarta-feira um acordo de cessar-fogo de duas semanas, sob mediação do Paquistão, que Israel considerou não abranger o Líbano, pelo que prosseguiu com os ataques contra Beirute.
A trégua, que as partes denunciaram já ter sido violada, visa a negociação de um acordo de paz, que deverá começar a ser discutido na sexta-feira, em Islamabad, novamente por mediação paquistanesa.
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]]>O post Conselho de Segurança das Nações Unidas vota resolução exigindo reabertura de Ormuz apareceu primeiro em Radio Solidaria.
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]]>O post Sobe para 11 mortos após desabamento em mina em Moçambique apareceu primeiro em Radio Solidaria.
]]>“Ficaram soterradas 10 pessoas, estas acabaram perdendo a vida no local, e cinco feridos. Destes, três encontravam-se num estado grave, acabaram sendo transferidos ao Hospital Provincial de Chimoio, chegados lá um acabou perdendo a vida”, disse o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Manica, Mouzinho Manasse.
As autoridades de saúde explicaram que das vítimas ainda internadas se encontram estável, apesar de ainda carecerem de cuidados médicos.
O secretário de Estado na província de Manica, Lourenço Lindonde, tinha explicado anteriormente que o acidente ocorreu na zona tida como `seis carros´, esclarecendo que “é a zona de grande concentração de jovens que procuram sustento. É verdade que devemos procurar o sustento, mas essa procura do sustento tem de ser com base em regras, com base em comportamentos que evitem situações como estas, de mortes”.
Segundo o responsável, o incidente que ocorreu dentro daquela mina, que registou nos últimos meses dezenas de mortos por mineração ilegal, resultou em 10 mortos e o resgate de cinco pessoas, três dos quais se encontram em estado grave.
Lindonde defendeu ainda que a mineração deve ser feita com recurso a equipamentos apropriados e que os garimpeiros devem pagar os impostos que o Estado precisa para a arrecadação de receitas.
Em 16 de janeiro, pelo menos três garimpeiros morreram por asfixia num incidente com um gerador naquela mina de Vanduzi, conforme avançou na altura o ministro da Defesa moçambicano. Cristóvão Chume, durante uma visita à mina “Seis carros”, em Manica.
No dia 08 de janeiro, pelo menos uma pessoa morreu e outras duas ficaram gravemente feridas num desabamento na mesma mina em Manica, avançou na altura fonte do hospital provincial.
O incidente ocorreu quando um grupo de pessoas invadiu a mina para explorar os recursos, com populares a contabilizarem mais de 100 pessoas no local. Contudo, há registo de que apenas três dos feridos, homens, deram entrada no Hospital Provincial de Manica.
Os incidentes sucedem numa altura em que vigora a medida do Governo de suspensão de atividades mineiras, como forma de travar a erosão e o arrastamento de terras, face aos impactos ambientais da atividade desordenada.
O Governo moçambicano anunciou, em dezembro, que as mineradoras tinham 90 dias para repor e estabilizar solos, bem como restaurar os caudais de rios afetados pela mineração. O ministro dos Recursos Minerais e Energia recordou estarem em curso medidas para travar a degradação ambiental devido à exploração mineira.
Segundo Estêvão Pale, na província de Manica, onde a mineração foi suspensa, a Agência de Controlo de Qualidade Ambiental notificou em 28 de outubro “25 empresas mineiras para iniciarem o processo de reabilitação das áreas e reposição dos solos degradados resultantes das suas atividades de exploração”, enquanto na província de Tete uma comissão multissetorial avaliava o incumprimento dos planos ambientais.
O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, afirmou, em 17 de setembro, que a mineração está a causar um “desastre ambiental” na região, admitindo a suspensão total da atividade.
A suspensão das licenças mineiras em Manica ocorre após o executivo ter apreciado o relatório do comando operativo das Forças de Defesa e Segurança (FDS) que trabalhou naquela província entre 17 e 19 de julho, para avaliar a situação ambiental face à mineração.
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]]>O post Ormuz não voltará a “ser o que era”; Netanyahu critica Supremo apareceu primeiro em Radio Solidaria.
]]>O presidente norte-americano tinha dado no sábado 48 horas ao Irão para chegar a um acordo ou reabrir o estreito, dizendo que, caso não o faça, vai fazer cair o inferno sobre o país do golfo Pérsico.
Entretanto, Trump adiou o prazo por 24 horas, estando agora marcado para terça-feira, às 20h00, hora de Washington (01h00 de quarta-feira em Lisboa).
Por sua vez, o Comando da Força Naval da Guarda da Revolução Islâmica iraniana (IRGC) anunciou este domingo que o Estreito de Ormuz “nunca mais voltará a ser o que era, especialmente para os Estados Unidos e Israel”.
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]]>O post Resgate de piloto: Trump confirma, Irão diz que “falhou”. O que se sabe? apareceu primeiro em Radio Solidaria.
]]>Um dia após o Irão ter abatido um avião de combate norte-americano, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que um piloto que se encontrava desaparecido tinha sido resgatado. No entanto, o Irão alegou que essa missão “falhou”. Afinal, o que se sabe?
Na sexta-feira, um caça F-15 foi abatido pelo exército iraniano, sendo a primeira aeronave norte-americana a cair em território do Irão desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.
Um dos dois pilotos do caça conseguiu ejetar-se em segurança e foi logo resgatado com vida pelas tropas norte-americanas, que começaram uma frenética busca e salvamento pelo outro tripulante, enquanto o Irão prometia também uma recompensa para quem entregasse o “piloto inimigo”.
As buscas concentraram-se numa região montanhosa nas províncias de Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad, no sudoeste do Irão.
Pouco tempo depois, a Guarda Revolucionária do Irão afirmou ter abatido outro avião norte-americano, que estava envolvido nas operações de resgate do piloto.
Na noite de sábado, Trump anunciou que o piloto tinha sido retirado do Irão em segurança, garantindo que “sofreu ferimentos, mas vai ficar bem”.
O republicano acrescentou que o resgate envolveu “dezenas de aeronaves” e que os EUA estavam a acompanhar a localização do piloto “24 horas por dia e a planear diligentemente o seu resgate”.
Posteriormente, adiantou que o piloto estava “gravemente ferido” após ter sido resgatado “das profundezas das montanhas do Irão” em plena “luz do dia”.
Já um alto funcionário da administração Trump disse à NBC News que o resgate do segundo tripulante foi possível graças a uma operação da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), que envolveu uma campanha de desinformação.
Segundo adiantou o responsável, a CIA lançou uma campanha de desinformação dentro do Irão, dizendo que as forças norte-americanas já tinham encontrado o tripulante vivo e estavam a retirá-lo do país.
“Enquanto os iranianos estavam confusos e incertos sobre o que estava a acontecer, a Agência usou as suas capacidades únicas e requintadas para procurar – e encontrar – o norte-americano”, disse o responsável em comunicado.
“Esta foi a busca definitiva por uma ‘agulha no palheiro’, mas neste caso era uma alma americana corajosa dentro de uma fenda na montanha, invisível não fosse pelas capacidades da CIA”, acrescentou.
A CIA alertou de imediato o Departamento de Defesa e a Casa Branca para a localização do tripulante, e o presidente norte-americano ordenou uma missão de resgate imediata, “que o Departamento de Guerra executou com audácia e precisão, continuando a CIA a fornecer informações em tempo real”.
Já durante a manhã deste domingo, após o anúncio de Trump, o Irão garantiu ter frustrado o resgate do piloto e disse que atingiu várias aeronaves norte-americanas.
“As aeronaves invasoras do inimigo no sul de Isfahan, incluindo dois helicópteros Black Hawk e um avião de transporte militar C-130, foram atingidas (…) e a tentativa de resgatar o piloto falhou”, assegurou o porta-voz do Quartel General Central Khatam al-Anbiya, o coronel Ebrahim Zolfagari, noticiou a agência Tasnim.
Para comprovar as alegações, a televisão estatal iraniana publicou mesmo um vídeo onde é possível ver vários aviões destruídos, a cerca de 45 quilómetros a sul da cidade de Isfahan. No entanto, altos funcionários norte-americanos garantem que as aeronaves tiveram de ser destruídas devido a problemas técnicos.
A 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar contra o Irão, que retaliou com ataques a alvos israelitas, bases norte-americanas na região e infraestruturas civis e energéticas de países vizinhos.
Em março, as forças iranianas anunciaram que tinham atingido e danificado um F-35 norte-americano, mas esta é a primeira vez desde o início do conflito que os órgãos de comunicação social noticiam o abate de um caça.
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]]>O post Irão anuncia abate de caça dos EUA. Polícia dá recompensa por tripulação apareceu primeiro em Radio Solidaria.
]]>Contactado pela agência de notícias France-Presse (AFP) sobre o incidente, o comando militar dos EUA para o Médio Oriente (Centcom) não respondeu.
A emissora IRIB mostrou imagens de dois supostos helicópteros dos EUA que estão à procura dos pilotos do caça abatido, com capacidade para uma tripulação de dois elementos, indicou a agência de notícias EFE.
A agência iraniana Fars noticiou que as forças iranianas iniciaram buscas para localizar a tripulação.
No entanto, vários órgãos de comunicação social norte-americanos informaram que um avião de combate se despenhou e que estão em curso operações para localizar a tripulação. O jornal The New York Times citou responsáveis norte-americanos
Um comunicado da polícia, divulgado pelas forças de segurança iranianas, registou que o piloto foi alvejado enquanto sobrevoava o centro do Irão, tendo sido abatido na província de Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad, no sudoeste.
“Se capturarem o ou os pilotos inimigos com vida e os entregarem à polícia ou às Forças Armadas, receberão uma generosa recompensa”, disse a polícia, na mensagem lida na transmissão da televisão estatal.
A 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar contra o Irão, que retaliou com ataques a alvos israelitas, bases norte-americanas na região e infraestruturas civis e energéticas de países vizinhos.
Em março, as forças iranianas anunciaram que tinham atingido e danificado um F-35 norte-americano, mas esta é a primeira vez desde o início do conflito que os órgãos de comunicação social noticiaram o abate de um caça.
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]]>O post Exército e extremistas no Burkina Faso cometem crimes contra a humanidade apareceu primeiro em Radio Solidaria.
]]>Orelatório “Ninguém Pode Fugir: Crimes de Guerra e Crimes contra a Humanidade no Burkina Faso por Todas as Partes”, da organização Human Rights Watch (HRW), analisou 57 incidentes entre janeiro de 2023 e agosto de 2025, em que pelo menos 1.837 civis foram mortos em 11 regiões do país.
Para a Organização Não-Governamental (ONG), o país está mergulhado num conflito marcado por “assassínios e outros abusos graves contra civis”, que estão “no cerne das táticas militares” tanto das forças governamentais do Burkina Faso como do grupo extremista Jama’at Nusrat al-Islam wal-Muslimin (JNIM), afiliado da Al-Qaeda.
De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), citados pela HRW, cerca de dois milhões de pessoas foram forçadas a fugir das suas casas devido aos combates entre o exército e o JNIM.
Entre os casos documentados, a HRW destaca um ataque ocorrido a 25 de fevereiro de 2024 nas aldeias de Nondin e Soro, no norte do país, onde o exército terá executado sumariamente 223 civis, incluindo pelo menos 56 crianças, acusados de colaborar com o JNIM.
Num outro episódio, ocorrido a 24 de agosto de 2024, combatentes do JNIM mataram pelo menos 133 civis na cidade de Barsalogho, no centro-norte do país, em retaliação contra os Voluntários para a Defesa da Pátria (VDP, na sigla em francês), um grupo que apoia o exército.
A HRW concluiu que os abusos cometidos pelas forças governamentais – incluindo os VDP – e pelo JNIM constituem crimes de guerra e crimes contra a humanidade.
Entre os crimes de guerra foram relatados “homicídio intencional, ataques a civis e bens civis, pilhagem e deslocação forçada”.
Por outro lado, entre os crimes contra a humanidade estão as práticas governamentais do uso de prisões arbitrárias, tortura, desaparecimento forçado, entre outros “atos desumanos”, mas ambas as partes são também acusadas de assassínios e abusos graves contra civis.
O relatório denunciou também que tem existido perseguição à comunidade Fula – o segundo maior grupo étnico do país – pelas forças governamentais e os seus auxiliares.
“Em numerosos ataques por todo o país, visaram membros da comunidade Fula, matando famílias inteiras, queimando e saqueando as suas propriedades”, descreveu.
Numa reunião realizada em fevereiro de 2023 com líderes Fula, o Presidente, Ibrahim Traoré, exortou-os a “reconhecerem que o epicentro do terrorismo se situa nas localidades Fula”, citou a ONG.
Por seu turno, para Traoré, as acusações e testemunhos de sobreviventes, assim como as investigações feitas sobre o conflito no país, são “falsos” ou “manipulações”, indicou a organização.
Nesse sentido, tem havido uma total ausência de responsabilização e nenhum comandante das forças armadas foi levado à Justiça. O mesmo acontece com os membros do JNIM.
De acordo com dados da organização Armed Conflict Location & Event Data (ACLED), pelo menos 10.600 civis terão sido mortos desde 2016, embora a HRW alerte no estudo que o número real poderá ser superior devido à subnotificação de incidentes e à restrição da liberdade de imprensa, pois o Governo burquinense é acusado de esconder informações sobre o conflito.
Por isso, a ONG pede que o gabinete do Procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI) abra uma investigação preliminar sobre a situação no país – apesar de Ouagadougou ter, em setembro de 2025, manifestado a intenção de abandonar a organização – e apela à comunidade internacional que, entre várias medidas, imponha sanções direcionadas aos responsáveis pelos abusos.
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