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Cólera: acesso a água potável nas escolas entre as preocupações do Sindicato dos Médicos

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O acesso à água potável em muitas das escolas é um assunto que está entre as preocupações do Sindicato dos Médicos Angolanos, face ao crescente número de casos cólera que se regista do país.

o presidente do sindicato, Adriano Manuel, chamou a atenção das autoridades governamentais para a gravidade da situação.

O responsável disse ainda que o cenário a que se acompanha pode ser irreversível, se os passos para a mudança continuarem a ter o mesmo ritmo.

Aconselhou as famílias a terem maior cuidado com os filhos, no sentido de impedir a proliferação de doenças, como é o caso da cólera.

A cólera já matou 293 pessoas em Angola desde o início do surto, a 07 de Janeiro, tendo sido registados até à presente data, 7.760 casos, com o epicentro da epidemia agora no Cuanza Norte

De acordo com o último boletim epidemiológico, foram notificados nas últimas horas 187 casos de cólera, sendo 67 na província do Cuanza Norte, 55 na província de Luanda, 29 na província do Bengo, 14 na província do Icolo e Bengo, 13 na província de Benguela, oito na província de Malanje e um na província do Cuanza Sul.

Recorde que as autoridades decretaram uma cerca sanitária na localidade do Luinha, município do Cazengo, na província do Cuanza Norte, onde quase 20 pessoas morreram devido à cólera nos últimos dias.

O governador da província, João Diogo Gaspar, disse que, neste momento, ninguém entra nem sai daquela localidade, estimando que 300 pessoas tenham abandonado o local com medo da contaminação.

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