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]]>Segundo anunciaram as autoridades de segurança israelitas, Kerem Shalom foi reaberta “em total conformidade com o acordo” de cessar-fogo, em vigor desde 10 de outubro.
No domingo, Israel anunciou a suspensão da entrada de ajuda humanitária em Gaza “até novas ordens”, acusando o Hamas de violar o cessar-fogo, o que o grupo islamita negou.
“A entrada de camiões foi temporariamente suspensa” depois de o exército israelita ter bombardeado militantes de Gaza na zona de Rafah, em resposta ao “disparo de um míssil antitanque e tiros contra as tropas” israelitas na zona, avançou no domingo a organização Crescente Vermelho Egípcio.
O Governo israelita decidiu, na noite de domingo, restabelecer o acesso de ajuda humanitária à Faixa de Gaza, após o fim dos bombardeamentos, embora a passagem fronteiriça de Rafah, que liga diretamente Gaza ao Egito, permaneça encerrada até que o Hamas devolva os corpos dos 16 reféns que ainda detém.
Durante o cessar-fogo anterior, em vigor entre 19 de janeiro e 18 de março deste ano, Israel manteve um bloqueio total à entrada de ajuda humanitária em Gaza durante 11 semanas, tendo o acesso sido restabelecido apenas a 19 de maio.
Segundo dados da ONU, mais de dois milhões de habitantes de Gaza continuam dependentes de ajuda externa para sobreviver, num território devastado por dois anos de guerra e sucessivas restrições impostas por Israel.
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Segundo esta força de segurança, o ato em causa representa uma “violação ao acordo” de cessar fogo e que a sua ação constitui um ato de defesa contra uma ameaça.
Fontes médicas palestinianas declararam que vários drones abriram fogo contra um grupo de pessoas que observavam as suas casas no leste da Cidade de Gaza (norte), matando três destas, de acordo com a agência de notícias palestiniana WAFA.
Fontes locais citadas pelo jornal palestiniano Filastin elevaram o número de mortos para cinco.
Já Reuters, citando autoridades locais, falam em, pelo menos seis vítimas mortais.
As vítimas são palestinianos que estariam a tentar regressar ao bairro de Shujaiya, no leste da Cidade de Gaza, e aos arredores de Khan Yunis, divulgou a imprensa local.
Outros ataques
Separadamente, pelo menos uma pessoa foi morta noutro ataque com drones à cidade de Al-Fakhari, a leste de Khan Yunis (sul), sem mais detalhes revelados e sem qualquer declaração do Exército israelita sobre o incidente.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) emitiram vários alertas à população de Gaza contra a aproximação de zonas onde os militares permanecem presentes após a sua retirada parcial antes do cessar-fogo, que está em vigor desde domingo e após o qual já houve relatos de ataques por parte das forças israelitas.
Os ataques ocorreram depois de Israel e o grupo islamita palestiniano Hamas terem concordado em começar a aplicar a primeira fase do plano de paz para a Faixa de Gaza do Presidente norte-americano, Donald Trump, que incluía um cessar-fogo e a libertação de israelitas sequestrados durante os ataques de 07 de outubro de 2023 e centenas de palestinianos presos em território israelita.
Na segunda-feira, o Presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi, sublinhou na cimeira de lideres mundiais que o plano de Trump representa a “última oportunidade” para a paz na região.
A cimeira na cidade turística egípcia de Sharm El-Sheikh, no mar Vermelho, teve como objetivo apoiar o cessar-fogo alcançado em Gaza, pôr fim à guerra entre Israel e o Hamas e desenvolver uma visão a longo prazo para governar e reconstruir o devastado território palestiniano. O encontro pareceu planeado para angariar apoio internacional para a visão de Trump de pôr fim à guerra.
Mais de 20 líderes mundiais participaram na cimeira, incluindo o rei Abdullah da Jordânia, o Presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. Entretanto, permanecem grandes questões sobre o que acontecerá a seguir, aumentando o risco de um regresso à guerra.
A cimeira ocorreu pouco depois de o Hamas ter libertado os 20 reféns israelitas ainda vivos e de Israel ter começado a libertar centenas de palestinianos das suas prisões, medidas cruciais ao abrigo do cessar-fogo.
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