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João Lourenço pede reforma urgente da ONU e mais atenção a África

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O Presidente da República de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, defendeu esta terça-feira, 23, na 80.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, a necessidade urgente de reformar o Conselho de Segurança e reforçar o papel da ONU, colocando África no centro das decisões globais.

No seu discurso, João Lourenço alertou que a ONU corre o risco de perder relevância se não se adaptar aos desafios atuais e reafirmou a posição comum africana, que exige dois assentos permanentes e cinco não permanentes para o continente.

“Sem este passo imprescindível, dificilmente asseguraremos um Conselho de Segurança democrático e equilibrado, capaz de responder à realidade geopolítica contemporânea”, declarou.

O estadista angolano recordou que África continua a ser um continente marcado por conflitos e carências, o que exige maior solidariedade internacional e atenção da comunidade global.

“Nós, africanos, percebemos melhor do que ninguém a importância da paz, porque lidamos diariamente com a luta por água potável, saúde, educação e alimentos para as nossas populações”, afirmou.

João Lourenço destacou também os esforços de Angola em processos de mediação no Sudão, no Sahel e no Leste da República Democrática do Congo, reiterando que o continente precisa de apoio para alcançar estabilidade e desenvolvimento.

Além da questão africana, o Presidente angolano defendeu maior justiça climática, apelou ao levantamento do embargo contra Cuba e criticou as sanções impostas ao Zimbabwe e à Venezuela, considerando que penalizam sobretudo as populações.

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