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Angola e Argentina travam duelo impróprio para cardíacos

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Depois de 19 anos, Palancas Negras e Albiceleste, do craque mundial Lionel Messi, vão a medir forças hoje, em jogo de carácter particular, no Estádio Nacional 11 de Novembro, na capital angolana

O jogo desta tarde, às 17:00, entre a Selecção Nacional de futebol e a similar da Argentina, no Estádio Nacional 11 de Novembro, em quadrado para Data FIFA e também para as celebrações dos 50 anos da Independência Nacional, assinalado terça-feira, remonta o primeiro embate entre ambas há quase duas décadas.

No dia 30 de Maio de 2006, as duas selecções mediram forças em solo italiano, em partida de preparação para o Mundial do mesmo ano, disputado na Alemanha, tendo os compatriotas de Diego Armando “Maradona” vencido por duas bolas a zero.

O combinado angolano entrou em campo com jogadores como Mendonça, Kali, Akwá, Jacinto, que já penduraram as chuteiras. O avançado Mateus Galiano, de 41 anos, que actua no Torreence de Portugal, é o único atleta angolano que defrontou a turma Albiceleste há dezanove anos que ainda está em actividade.

Na turma Albiceleste, a história regista dois sobreviventes, o treinador argentino Lionel Scalone, de 47 anos, e o astro Lionel Messi, de 38.

Curioso é que ambos entraram aos 63 minutos do desafio com Scalone a render Gabriel Enze e Lionel Messi a substituir Javier Saviola. Hoje, a história no “tapete verde” do Estádio Nacional 11 de Novembro será diferente, porque os Palancas Negras estão a preparar o Campoenato Africano das Nações (CAN) 2026, no Reino de Marrocos.

Por essa razão, o seleccionador Patrice Beaumelle deverá lançar para o campo um conjunto forte, de modo a dignificar as cores da bandeira nacional diante da campeã do Mundo.

Para os jogadores do combinado angolano, que durante três dias trabalharam arduamente, a missão não será fácil de travar a armada ofensiva dos visitantes cuja qualidade técnica e táctica despensa apresentações.

Ainda assim, a equipa técnica dos Palancas Negras, liderada pelo francês Patrice Beaumelle, poderá apostar na velocidade de Chico Banza (Zamalek, Egipto), Ary Papel (Al Akhdar, Líbia) e Gelson Dala (Al-Wakrah, Qatar, para surpreender os comandados de Lionel Scalone, uma vez que Nicolás Otamendi (Benfica, Portugal), Cristian Romero (Tottenham, Inglaterra) e companheiros não terão possivelmente frescura física para aguentar os noventa minutos.

A longa viagem de Espanha para a capital angolana poderá condicioinar a condição física dos campeões do mundo, que jogam pela segunda vez na sua história no continente Berço da Humanidade, sendo que a primeira vez aconteceu no Mundial 2010, na África do Sul.

Apesar do possível desgaste, em função das razões já mencionadas, Lionel Messi (oito vezes Bola de Ouro) e companheiros são favoritos, porque são de longe superiores que a turma angolanas.

Por isso, são obrigados a brindar com assistências e dribles de encher os olhos de milhares de adeptos angolanos que estarão presente no gigante do Camama.

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