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Com 252 camas e tecnologia inédita, Hospital dos Queimados Julius Nyerere será inaugurado em meados de Julho

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O Hospital dos Queimados, baptizado com o nome do primeiro Presidente da Tanzânia, Julius Nyerere, em fase final de construção, na Centralidade do Kilamba, em Luanda, será inaugurado na segunda quinzena de Julho deste ano, anunciou ontem a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, durante a visita de constatação efectuada pelo Presidente da República, João Lourenço, à futura unidade hospitalar

Segundo a governante, as obras decorrem a bom ritmo, fruto do esforço conjunto entre o empreiteiro, o Ministério da Saúde e a equipa de fiscalização, o que permite perspectivar a conclusão da infra-estrutura ainda este mês. “Na segunda quinzena do mês de Julho, vamos inaugurar este hospital. Há um esforço muito grande do empreiteiro, um acompanhamento rigoroso do Ministério da Saúde e da fiscalização e as obras estão a bom ritmo”, assegurou a ministra.

Sílvia Lutucuta afirmou que a visita do Chefe de Estado constitui um sinal da atenção que o Executivo tem dedicado ao sector social, particularmente à saúde, acompanhando de perto os investimentos públicos em curso. “É sempre reconfortante receber a visita de Sua Excelência Presidente da República, que acompanha a par e passo os investimentos públicos que estão a ser feitos no país e também dá uma atenção especial ao sector social, em que a saúde não é excepção”, afirmou.

Unidade de referência nacional Erguido para responder às necessidades crescentes de assistência especializada aos pacientes vítimas de queimaduras graves, o Hospital Presidente Julius Nyerere terá uma capacidade de interna mento de 252 camas e vai oferecer serviços de elevada complexidade

A unidade contará com blocos operatórios especializados, uni dades de cuidados intensivos para graves queimados, laboratórios modernos, áreas de investigação científica e espaços de acolhimento destinados aos familiares dos pacientes.

Entre os serviços diferenciados destaca-se uma consulta especializada para o tratamento de feridas, associada à área da dermatologia, que a ministra considerou como uma das valências mais importantes do futuro hospital. “Não vamos apenas prestar assistência. Esta será também uma unidade vocacionada para o ensino e investigação”, sublinhou.

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