Governo do Icolo e Bengo quer alcançar 800 mil beneficiários com o PIAC até 2027
Mais de 300 famílias do município de Cabiri, província do Icolo e bengo, foram beneficia das esta Sexta-feira com diversos meios de produção e equipamentos de trabalho, no âmbito da segunda edição do programa Integrado de Assistência Comunitária (PIAC)
A iniciativa voltada para o combate à pobreza, promoção do auto em prego e fortalecimento da economia local está a ser projectada para alcançar 800 mil beneficiários, segundo o governa dor provincial, Auzílio Jacob.
A actividade decorreu no Com plexo Escolar n.º 7015 Adriano Mendes de Carvalho e foi orientada pela administradora municipal de Cabiri, Isabel Nicolau Kudiqueba dos Santos, contando com a presença do governa dor provincial do Icolo e Bengo, Auzílio Martins Jacob.
Durante a cerimónia, os beneficiários receberam motorizadas de três rodas, máquinas de costura, máquinas de produção de pipocas e gelados, equipamentos de recauchutagem, kits de ser ralharia, canoas e outros meios destinados a apoiar iniciativas empreendedoras e criar novas fontes de rendimento para as famílias.
Na ocasião, o governador provincial considerou que o sucesso da iniciativa no município de Cabiri constitui um exemplo para os restantes municípios da província. Segundo Auzílio Jacob, o PIAC integra uma estratégia mais ampla que pretende alcançar cerca de 800 mil cidadãos até ao final de 2027, através da atribuição de meios que permitam aos beneficiários criar os seus próprios negócios e gerar oportunidades de emprego nas comunidades.
“O objectivo é que cada cidadão beneficiado consiga transformar o kit recebido numa fonte de rendimento, criando oportunidades para si e para outras pessoas da sua comunidade”, afirmou.
O governador destacou ainda que o programa não se limita aos jovens, abrangendo também cidadãos mais velhos e reformados que pretendem continuar activos economicamente. Auzílio Jacob apelou aos beneficiários para preservarem os equipamentos recebidos e evita rem a sua venda imediata, sublinhando que os meios devem ser utilizados como instrumentos de geração de riqueza e não como fonte de lucro rápido.
“Os kits devem servir para criar negócios, dinamizar a economia local e gerar emprego. O imediatismo não é o caminho”, advertiu.
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