Angola defende reforço da protecção dos migrantes
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Angola defendeu, quinta-feira, em Nova Iorque, o reforço da protecção dos migrantes ao longo das rotas, combatendo o tráfico e a exploração, assegurando o acesso a serviços básicos, numa abordagem centrada nos direitos humanos.
O posicionamento foi expresso pelo secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas, Domingos Vieira Lopes, ao intervir no debate geral do Fórum Internacional de Revisão da Migração 2026, que decorre na sede da Organização das Nações Unidas.
O governante sublinhou que Angola tem vindo a reforçar os seus compromissos através do fortalecimento do quadro legal e institucional, da modernização da gestão migratória e do reforço da segurança fronteiriça.
No quadro das prioridades para o país, enfatizou a abordagem das causas estruturais da migração, através do desenvolvimento sustentável, da criação de emprego, da resiliência climática e da promoção da paz. Realçou a necessidade de expandir as vias regulares e seguras de migração, incluindo mobilidade laboral, parcerias de competências e reunificação familiar.
Durante a sua intervenção, o secretário de Estado destacou o lançamento, em 2025 e em parceria com a Organização Internacional das Migrações (OIM), do Projecto de Indicadores de Governação da Migração, visando apoiar políticas públicas mais eficazes e baseadas em dados.
O governante reconheceu que, no actual contexto, a migração é moldada por factores económicos, sociais, climáticos e geopolíticos cada vez mais interligados. “Enquanto país de origem, trânsito e destino, Angola encara a mobilidade humana como uma questão estratégica que exige equilíbrio entre soberania nacional, responsabilidade internacional e solidariedade entre Estados”, reforçou.
Com base no tema da sessão, Domingos Custódio Vieira Lopes reafirmou a necessidade de uma abordagem pragmática, baseada nas rotas migratórias e essencial para traduzir o Pacto Global para a Migração em acções concretas e eficazes.
Para Angola, frisou, a mi- gração está intrinsecamente ligada às prioridades nacionais de desenvolvimento, em linha com o Plano de Desenvolvimento Nacional, a Agen- da 2030 e a Agenda 2063.
Angola defendeu, ontem, em Nova Iorque, o reforço da protecção dos migrantes ao longo das rotas, combatendo o tráfico e a exploração, assegurando o acesso a serviços básicos, numa abordagem centrada nos direitos humanos.
O posicionamento foi expresso pelo secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas, Domingos Vieira Lopes, ao intervir no debate geral do Fórum Internacional de Revisão da Migração 2026, que decorre na sede da Organização das Nações Unidas.
O governante sublinhou que Angola tem vindo a reforçar os seus compromissos através do fortalecimento do quadro legal e institucional, da modernização da gestão migratória e do reforço da segurança fronteiriça.
No quadro das prioridades para o país, enfatizou a abordagem das causas estruturais da migração, através do desenvolvimento sustentável, da criação de emprego, da resiliência climática e da promoção da paz. Realçou a necessidade de expandir as vias regulares e seguras de migração, incluindo mobilidade laboral, parcerias de competências e reunificação familiar.
Durante a sua intervenção, o secretário de Estado destacou o lançamento, em 2025 e em parceria com a Organização Internacional das Migrações (OIM), do Projecto de Indicadores de Governação da Migração, visando apoiar políticas públicas mais eficazes e baseadas em dados.
O governante reconheceu que, no actual contexto, a migração é moldada por factores económicos, sociais, climáticos e geopolíticos cada vez mais interligados. “Enquanto país de origem, trânsito e destino, Angola encara a mobilidade humana como uma questão estratégica que exige equilíbrio entre soberania nacional, responsabilidade internacional e solidariedade entre Estados”, reforçou.
Com base no tema da sessão, Domingos Custódio Vieira Lopes reafirmou a necessidade de uma abordagem pragmática, baseada nas rotas migratórias e essencial para traduzir o Pacto Global para a Migração em acções concretas e eficazes.
Para Angola, frisou, a mi- gração está intrinsecamente ligada às prioridades nacionais de desenvolvimento, em linha com o Plano de Desenvolvimento Nacional, a Agen- da 2030 e a Agenda 2063.
Angola defendeu, ontem, em Nova Iorque, o reforço da protecção dos migrantes ao longo das rotas, combatendo o tráfico e a exploração, assegurando o acesso a serviços básicos, numa abordagem centrada nos direitos humanos.
O posicionamento foi expresso pelo secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas, Domingos Vieira Lopes, ao intervir no debate geral do Fórum Internacional de Revisão da Migração 2026, que decorre na sede da Organização das Nações Unidas.
O governante sublinhou que Angola tem vindo a reforçar os seus compromissos através do fortalecimento do quadro legal e institucional, da modernização da gestão migratória e do reforço da segurança fronteiriça.
No quadro das prioridades para o país, enfatizou a abordagem das causas estruturais da migração, através do desenvolvimento sustentável, da criação de emprego, da resiliência climática e da promoção da paz. Realçou a necessidade de expandir as vias regulares e seguras de migração, incluindo mobilidade laboral, parcerias de competências e reunificação familiar.
Durante a sua intervenção, o secretário de Estado destacou o lançamento, em 2025 e em parceria com a Organização Internacional das Migrações (OIM), do Projecto de Indicadores de Governação da Migração, visando apoiar políticas públicas mais eficazes e baseadas em dados.
O governante reconheceu que, no actual contexto, a migração é moldada por factores económicos, sociais, climáticos e geopolíticos cada vez mais interligados. “Enquanto país de origem, trânsito e destino, Angola encara a mobilidade humana como uma questão estratégica que exige equilíbrio entre soberania nacional, responsabilidade internacional e solidariedade entre Estados”, reforçou.
Com base no tema da sessão, Domingos Custódio Vieira Lopes reafirmou a necessidade de uma abordagem pragmática, baseada nas rotas migratórias e essencial para traduzir o Pacto Global para a Migração em acções concretas e eficazes.
Para Angola, frisou, a migração está intrinsecamente ligada às prioridades nacionais de desenvolvimento, em linha com o Plano de Desenvolvimento Nacional, a Agen- da 2030 e a Agenda 2063.
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