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Executivo considera não haver razões que justifiquem a aprovação de um Pacto Político

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No Pacto de Estabilidade Democrática, a UNITA propõe, entre outras medidas, a aprovação de uma nova Constituição da República, de uma Lei de Reforma Política, bem como uma Lei de Amnistia Global e Perpétua para as pessoas que cometeram crimes económicos e financeiros, mediante o pagamento de multas proporcionais de 30% sobre o património obtido ilegalmente

O Presidente da República, João Lourenço, recebeu, ontem, em audiência, o presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, na sequência da proposta sobre Pacto de Estabilidade Democrática, um documento proposto pela UNITA para garantir a realização de um processo eleitoral seguro e tranquilo.

O líder do maior partido na oposição foi à Cidade Alta acompanhado pela vice-presidente do partido, Arlete Chimbinda, e pelo secretário-geral, Liberty Chiyaka. No referido Pacto de Estabilidade, a UNITA propõe, entre outras medidas, a aprovação de uma nova Constituição da República, de uma Lei de Reforma Política, bem como uma Lei de Amnistia Global e Perpétua para as pessoas que cometeram crimes económicos e financeiros, mediante o pagamento de multas proporcionais de 30% sobre o património obtido ilegalmente.

À saída da audiência, Adalberto Costa Júnior disse que o documento proposto visa criar um ambiente político mais favorável à realização das próximas eleições gerais, e ainda a possibilidade de uma alternância política, que a UNITA tem reiteradamente defendido.

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