OMS pede resposta urgente para travar avanço do Ébola na RDC
A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a alertar para a gravidade da epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDC), defendendo uma mobilização urgente das autoridades nacionais, países vizinhos e parceiros internacionais para impedir o avanço da doença.
Segundo a organização, o surto foi oficialmente declarado no passado dia 15 de Maio e está associado à estirpe Bundibugyo, uma variante do vírus para a qual ainda não existe vacina nem tratamento específico.
A OMS considera o cenário particularmente preocupante devido à rápida propagação da doença em zonas com sistemas de saúde frágeis, insegurança e forte circulação populacional.
Além disso, as autoridades sanitárias alertam que o número real de casos poderá ser superior ao oficialmente registado, devido às dificuldades de vigilância epidemiológica em algumas regiões afectadas.
A organização revela ainda que o Ébola apresenta uma taxa de mortalidade que pode atingir os 50 por cento, aumentando o receio de agravamento da crise sanitária.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a alertar para a gravidade da epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDC), defendendo uma mobilização urgente das autoridades nacionais, países vizinhos e parceiros internacionais para impedir o avanço da doença.
Segundo a organização, o surto foi oficialmente declarado no passado dia 15 de Maio e está associado à estirpe Bundibugyo, uma variante do vírus para a qual ainda não existe vacina nem tratamento específico.
A OMS considera o cenário particularmente preocupante devido à rápida propagação da doença em zonas com sistemas de saúde frágeis, insegurança e forte circulação populacional.
Além disso, as autoridades sanitárias alertam que o número real de casos poderá ser superior ao oficialmente registado, devido às dificuldades de vigilância epidemiológica em algumas regiões afectadas.
A organização revela ainda que o Ébola apresenta uma taxa de mortalidade que pode atingir os 50 por cento, aumentando o receio de agravamento da crise sanitária.
Perante a situação, equipas de emergência e especialistas internacionais foram mobilizados para reforçar as operações de vigilância, rastreamento de contactos, assistência médica e sensibilização comunitária nas áreas mais afectadas.
O director-geral da OMS deverá deslocar-se esta terça-feira à RDC, acompanhado pelo responsável do programa de emergências sanitárias da organização, para avaliar no terreno a evolução da epidemia e coordenar novas medidas de resposta.
A OMS teme ainda o risco de propagação regional da doença, sobretudo para países vizinhos, numa altura em que a África Central volta a enfrentar pressão sanitária provocada pelo reaparecimento do vírus.
Especialistas defendem que o sucesso do combate ao Ébola dependerá não apenas da resposta médica, mas também da cooperação regional, estabilidade nas zonas afectadas e confiança das populações nas autoridades sanitarias
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